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segunda-feira, 9 de junho de 2014

I Seminário em Solidariedade à luta dos Povos será realizado em Curitiba


O I Seminário em Solidariedade à luta dos Povos surge como uma iniciativa do Núcleo Marxista-Leninista Camaradas com o intuito de promover o debate e a troca de informações a respeito das experiências da luta dos povos no século XXI, prestando solidariedade aos esforços revolucionários e progressistas da atualidade, diante das agressões e da manipulação contra essas experiências, corrente nos mais diversos meios midiáticos. Mais do que isso, o evento surge como uma necessidade, que se faz presente em grande parte dos movimentos sociais e de classe, de ter uma visão clara de em que consiste a luta dos povos nesses países, englobando seu passado, desenvolvimento atual e suas projeções.

Nesta primeira edição do evento, serão abordados dois países: A República Popular Democrática da Coreia, popularmente conhecida como Coréia do Norte, Coreia Popular ou, simplesmente, RPDC, e a República de Cuba.

O evento contará com a participação de membros do Centro de Estudos da Ideia Juche, que tiveram a oportunidade de visitar a RPDC, e mantém um blog em solidariedade a esse país. Em sua intervenção, estes camaradas abordarão questões como:

• Quais são as projeções da Coreia Popular, e do socialismo no país, nos próximos anos?
• Como é organizado o socialismo na Coreia Popular?
• Quais foram as consequências do fim da União Soviética para o país?
• Como é a relação da Coreia Popular com a China?
• Como é a condição das mulheres na Coreia Popular, quais são suas conquistas?

O evento também contará com a presença de Amaurys Rodriguez Matos, professor mestre em Estudos Sociais, licenciado em Estudos Sócio-culturais e especialista em Trabalho Social, tendo estudado e atuado como professor na Escola Superior do Partido Comunista de Cuba "Ñico López", que falará sobre o tema: "Cuba: História - desafios e perspectivas."

Haverá, também, espaço para questionamentos a respeito dessas tão importantes experiências construídas desde o século XX até a atualidade. Estará a venda o livro "Memórias, Volume I", de Kim Il Sung, um dos principais teóricos e dirigentes da revolução da Coréia Popular.

quinta-feira, 6 de março de 2014

ILPS condena Conselho de Segurança Nuclear iniciado pelos Estados Unidos

Nós, a Liga Internacional de Luta dos Povos, denunciamos e condenamos o Conselho de Segurança Nuclear como uma plataforma de propaganda hipócrita e maliciosa iniciada pelo imperialismo norte-americano. Esse tipo de conselho finge prevenir o terrorismo nuclear, mas, de fato, visa promover e fortalecer o oligopólio das armas nucleares pelas potências imperialistas encabeçadas pelos Estados Unidos. São estes os verdadeiros terroristas que de maneira enganosa acusam de terrorismo nuclear os estados e entidades fora de sua órbita.

O presidente norte-americano Obama iniciou o Conselho de Segurança Nuclear em Praga, em 2009, quando o mesmo fez um chamado para todas as potências imperialistas concordarem em fazer acordos globais para melhorar a segurança de materiais nucleares. O primeiro encontro foi feito em Washington, em 2010, e estabeleceu medidas para o auto-denominado Plano de Trabalho de Washington para garantir materiais nucleares de alta periculosidade (enriquecidos de urânio e plutônio). O segundo encontro foi feito em Seul, em 2012, num teatro dramático para santificar as armas nucleares posicionadas pelos Estados Unidos e a Coreia do sul contra a República Popular Democrática da Coreia (RPDC), e para adicionar para a agenda do encontro fontes radioativas para "bombas sujas".

O terceiro encontro está marcado para os dias 24 e 25 de março deste ano, em Haia, Holanda, e terá a presença de 53 países e quatro organizações internacionais. Os objetivos declarados de tal encontro são a redução da quantidade de material nuclear no mundo, garantir melhor a segurança do material nuclear já existente, e fortalecer a cooperação internacional em tal quesito. O plano do encontro tem como fim fazer uma declaração conjunta final: O Comunicado do Encontro de Segurança Nuclear de Haia.

Tal tipo de encontro é uma excrecência dos tratados de não-proliferação que falharam em reduzir as reservas nucleares. Trata-se, obviamente, de um conluio para perpetuar e aumentar o terrorismo nuclear por parte dos Estados Unidos e seus aliados, incluindo Israel e certos parceiros dos Estados Unidos como Índia e Paquistão. As potências imperialistas estão exagerando na gravidade das ameaças de mini-grupos terroristas como a Al Qaeda e outros, que eles mesmos criaram. Elas também condenam como "terroristas", de maneira injusta, países como a RPDC, que desenvolvem a pesquisa e desenvolvimento nucleares com fins pacíficos e de auto-defesa.

O que é realmente hipócrita e malicioso sobre os Conselhos de Segurança Nuclear é que as maiores potências imperialistas, especialmente os Estados Unidos, é que estas os utilizam para legitimar o aumento de reservas de armas nucleares táticas e estratégicas, urânio empobrecido e outras armas radioativas, bem como a expansão dos atos de intervenção militares e agressão dos Estados Unidos e OTAN (como nos Balcãs, no Cáucaso, Oriente Médio, Ásia Central e outros lugares), em violação à soberania nacional e à independência dos povos e países.

Os EUA são culpados pelo primeiro uso de armas nucleares na história para varrer populações civis às centenas de milhares em Hiroshima e Nagasaki em 1945. Os EUA utilizaram seu monopólio nuclear para aterrorizar os povos do mundo e forçá-los a aceitar sua hegemonia, até que a União Soviética quebrou este monopólio em 1949. Quebrando o monopólio nuclear norte-americano, a União Soviética foi o fator principal na prevenção ao uso unilateral de armas nucleares por parte dos EUA, e em manter a paz mundial a despeito da Guerra Fria. Na época em que os Estados Unidos lançaram sua guerra de agressão contra a Coreia, os mesmos não mais podiam utilizar com impunidade suas armas nucleares contra a RPDC e a China.

Após se ver num impasse com a União Soviética por conta das armas nucleares estratégicas, os EUA procederam em desenvolver armas nucleares táticas e outras armas radioativas. No âmbito da restauração completa do capitalismo em todos os principais países socialistas, o mundo se tornou ainda mais instável e tendente para a crise. Assim, as potências imperialistas estão ainda mais motivadas do que nunca a levar a cabo uma luta pela re-divisão do território econômico global. Como mostrado previamente nas guerras mundiais do século XX, as potências imperialistas usam todas as armas de destruição em massa disponíveis para ganhar vantagem, e não se preocupam sobre quantas pessoas deverão morrer para que as mesmas restabeleçam sua hegemonia global.

Durante a Guerra Fria, havia uma balança EUA-URSS de "destruição mutuamente assegurada". A URSS, até então, se utilizando da superioridade do socialismo sobre o capitalismo, e defendendo os interesses do proletariado e o povo, jurou utilizar a bomba atômica somente como meio de dissuasão, e se antecipou explicitamente do uso primeiro da bomba nuclear. A mesma seguiu expressando sua posição contra a guerra e o uso de armas nucleares, mesmo após haver se convertendo num país de capitalismo burocrático e social-imperialista. Agora, vemos novamente os Estados Unidos e a OTAN pressionando a Ucrânia como uma maneira de ameaçar e debilitar a Rússia. Competir com as potências imperialistas é o mais provável a acontecer na ausência de um verdadeiro bastião socialista no jogo. 

Nós, os povos do mundo, devemos demandar o fim do oligopólio das armas nucleares pelas potências imperialistas que durante muito nos aterrorizaram e utilizaram suas reservas nucleares para impor sua hegemonia. Devemos denunciar e rechaçar as charadas das potências imperialistas, que estão fingindo trabalharem pela não-proliferação e a segurança nuclear, embora ao mesmo tempo sigam expandindo e modernizando seus arsenais nucleares. É moralmente justo para nós chamar por um completo e imediato desarmamento nuclear completo, e demandar que as potências imperialistas tomem em exemplo a destruição de suas próprias reservas de bombas atômicas e armas radioativas. Se os imperialistas recusarem, como esperado, o povo deve achar vias e caminhos de tornarem impotentes tais armas nucleares.

O que permanece nas mãos do povo, contra a ameaça de guerra e terrorismo nucleares, é o potencial de transformar a guerra civil imperialista numa guerra revolucionária civil, cercar e tomar o controle das armas nucleares de seus respectivos países, e estabelecer ou restabelecer sociedades socialistas. Em qualquer país onde elas são mantidas, as armas nucleares são, na verdade, impotentes para destruírem verdadeiros movimentos revolucionários do povo.

por Prof. José Maria Sison
Presidente da Liga Internacional de Luta dos Povos

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

[URC] Nota pelo 65º Aniversário da Fundação da República Popular Democrática da Coreia


Estimado camarada Kim Jong Un, Primeiro-Secretário do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente da Comissão Nacional de Defesa:

Enviamos ao Partido do Trabalho da Coreia, seus militantes, e a todo povo coreano as nossas calorosas saudações pelo 65º aniversário de fundação da República Popular Democrática da Coreia. A República Popular Democrática da Coreia é fruto da gloriosa luta de libertação nacional do povo coreano contra os opressores imperialistas japoneses, em busca da independência, da soberania nacional e do socialismo. Consideramos a revolução coreana parte integrante da Revolução Mundial e a defendemos firmemente.

Sob a liderança do Camarada Kim Il Sung, que elaborou a Ideia Juche, poderosa ideologia retora revolucionária, o povo coreano avançou em sua luta de libertação, expulsou os imperialistas japoneses, fundou o glorioso Partido do Trabalho da Coreia e criou a República Popular Democrática, hoje uma referência de Estado socialista próspero, que sobreviveu a contrarrevolução mundial imposta pelo imperialismo e pelo revisionismo. Ainda sob a liderança do camarada Kim Il Sung, o povo coreano realizou a etapa democrática, anti-imperialista e anti-feudal da revolução coreana, abrindo portas para a construção do socialismo.

Também gostaríamos de destacar o determinante papel desempenhado pelo camarada Kim Jong Il, que desenvolveu e sistematizou a Ideia Juche e, durante a década de 90, dirigu sabiamente o povo coreano em um momento de extrema dificuldade para as forças revolucionárias do mundo, aplicando com maestria a Política Songun, que significa dar prioridade aos assuntos militares na construção do socialismo. A obra desses dois eminentes líderes do Movimento Comunista Internacional é altamente apreciada pelos militantes da União Reconstrução Comunista.

Hoje, passado sessenta e cinco anos da fundação da República Popular Democrática da Coreia, o povo coreano avança em ritmo avançado em direção a construção de um Estado socialista próspero, desenvolvido, soberano, que completará determinadamente a causa revolucionária do socialismo.

Todos os militantes da União Reconstrução Comunista estão certos que, sob a direção do camarada Kim Jong Un e da direção do Partido do Trabalho da Coreia, o povo coreano continuará obtendo inúmeras vitórias em sua construção socialista, dando uma importante contribuição ao avanço da luta anti-imperialista em nível mundial.

UNIÃO RECONSTRUÇÃO COMUNISTA
São Paulo, 11 de setembro de 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Ato político é realizado em solidariedade à RPD da Coreia

Na última terça-feira foi realizado um ato político de solidariedade à República Popular Democrática da Coreia na Faculdade de Administração e Economia da Fundação Santo André, por ocasião dos 65 anos da fundação da República Popular e Democrática da Coreia, em 9 de setembro de 1948. Durante o ato, foi iniciada uma exposição de fotos, bordados, livros e artesanatos ao público feitos na Coreia Popular, que ficará aberta ao público até a próxima sexta-feira. Cerca de 100 pessoas estiveram presentes.

A partir das 19h30, foi exibido o documentário “Coreia, País do Juche”, que mostrou a trajetória percorrida pelo povo coreano na Revolução, desde o período da luta de libertação contra o colonialismo japonês até os dias de hoje. O documentário destacou o papel determinante cumprido pelo Presidente Kim Il Sung, principal líder da Revolução Coreana, que fundou o Exército Popular Revolucionário da Coreia, a União da Juventude Comunista e o Partido do Trabalho. Kim Il Sung liderou, entre os 1950-1953, a luta revolucionária que rechaçou a invasão do imperialismo norte-americano e impôs ao mesmo a primeira derrota militar de sua história. Após a Guerra de Libertação da Pátria, quando o imperialismo norte-americano bombardeou a RPD da Coreia a ponto de não deixar uma única parede, um único hospital ou escola de pé, o documentário mostrou que povo coreano se apoiou nas próprias forças e, sob a direção do Partido do Trabalho da Coreia, reconstruiu sua economia devastada pela guerra e, em apenas 17 anos, concluiu sua industrialização socialista, deixando para trás o passado agrário e colonial e marchando a passos largos para a construção de um país industrial avançado. Foi relatado, no documentário, o importante papel cumprido pelo dirigente Kim Jong Il, que liderou o povo coreano nas épocas mais difíceis da construção socialista, e que estabeleceu a política Songun, de dar prioridade aos assuntos militares e ter como princípio a ideia de que a Revolução se inicia, desenvolve-se e se conclui por meio das armas, como a forma principal de política socialista. O filme mostrou também os avanços recentes da edificação econômica socialista da Coreia do norte, que desenvolve modernas indústrias de máquinas, de bens de consumo, e mecaniza e automatiza em larga escala sua agricultura, contribuindo para a melhoria das condições de vida dos operários, camponeses e demais trabalhadores, resolvendo o problema da escassez alimentar. Foram mostradas filmagens e fotos sobre os mais de 100 mil novos apartamentos construídos pelo Exército Popular da Coreia nos últimos três anos, distribuídos gratuitamente aos trabalhadores do país, que permanecem livres de quaisquer expensas sobre suas moradias.

O documentário “Coreia, País do Juche” causou boas impressões entre os expectadores do ato político, que mostrava a verdadeira realidade da República Popular e Democrática da Coreia, oposta diametralmente àquela que aparece nas mentiras vinculadas pela imprensa reacionária, anti-nacional e anti-povo de Veja, Estadão, Folha de São Paulo e asseclas.

Estudantes da Fundação presentes na exposição de fotos, quadros e artesanato
Após a exibição do filme, o organizador do evento, professor Marcelo Buzetto, chamou os membros das organizações apoiadoras do evento para compor a mesa de intervenções. Partidos políticos, organizações democráticas de massa como o Movimento Bandeira Vermelha, Liga Internacional de Luta dos Povos (ILPS), Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos pela Paz, União Brasileira das Mulheres, Federação Democrática Internacional das Mulheres (FDIM), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), União da Juventude Socialista (UJS), União Nacional dos Estudantes (UNE), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST-Via Campesina), Centro de Estudos da Ideia Juche, Instituto Latino-Americano da Ideia Juche, Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e Partido Pátria Livre (PPL) marcaram presença no ato. Após a composição da mesa, uma salva de palmas foi dirigida aos representantes dos partidos políticos e organizações democráticas apoiadoras.

O representante do Partido Pátria Livre, Nelson Chaves, durante sua fala, lembrou-se de maneira calorosa suas visitas à República Popular Democrática da Coreia, através das quais, segundo ele, pôde testemunhar a construção de um país independente, livre e soberano, transformado pelo socialismo. Sugeriu aos participantes do ato – jovens, em sua grande maioria – que aproveitassem para visitar a República Popular Democrática da Coreia, e verem com seus próprios olhos a construção de um país que, de acordo com seu testemunho, é um exemplo a ser seguido pelo Brasil, e cuja realidade difere inteiramente das mentiras veiculadas pelos monopólios dos meios de comunicação. Exaltou as ações e os esforços feitos pelo antigo Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8, nos dias de hoje Partido Pátria Livre, PPL) para o estreitamento das relações diplomáticas entre o governo brasileiro e a República Popular Democrática d Coreia.

O representante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Ricardo Abreu “Alemão”, destacou as relações amistosas do PCdoB com o Partido do Trabalho da Coreia e falou sobre as impressões positivas que teve sobre sua recente viagem (no final de 2012) à República Popular e Democrática da Coreia, por meio das quais comentou sobre as diferenças culturais que devem ser levadas em conta quando se faz qualquer análise sobre a questão coreana – uma sociedade milenar, tradicionalmente marcada pela reverência aos líderes. Ricardo Abreu também elogiou o modelo de socialismo seguido pelo povo coreano, que, ainda segundo ele, foi capaz de avançar e resistir, mesmo em meio a um sem-número de sanções, provocações, cercos e bloqueios, por ser um país que resolve os problemas segundo sua própria realidade, sem copiar realidades alheias, e por manter sua independência política e econômica, apoiando-se nas próprias forças independente da gravidade de quaisquer situações.

Representando o Movimento Bandeira Vermelha e a Liga Internacional de Luta dos Povos, Alexandre Rosendo enviou saudações combativas ao povo coreano e ao Partido do Trabalho da Coreia, em nome de tais organizações. O mesmo destacou que o Movimento Bandeira Vermelha, como organização democrática de massas e anti-imperialista, se esforça para unir as lutas democráticas e anti-imperialistas do povo brasileiro com a luta pela justa paz democrática mundial, pela solidariedade internacionalista com os povos que seguem pelo caminho do socialismo e que querem manter sua independência nacional. Rosendo destacou ainda que o povo coreano possui um grande histórico de lutas por sua independência e contra os agressores estrangeiros, ao derrotarem quase que simultaneamente os imperialismos japonês e norte-americano. Seguiu, dizendo que as provocações feitas pelo imperialismo norte-americano contra a Coreia Popular durante todo o ano de 2013 foram devidamente rechaçadas pelo povo coreano, que deu aos povos do mundo um exemplo brilhante de como resistir à altura ao imperialismo norte-americano. Concluiu sua fala desejando ao povo coreano e ao Partido do Trabalho os maiores sucessos na luta contra o imperialismo e pela independência, pelo avanço do socialismo e pela conquista da sociedade comunista.

Marcelo Buzetto, Paek Tong Un e Alexandre Rosendo
Após ser chamado para compor a mesa de intervenções, Paek Tong Un, conselheiro da embaixada da RPD da Coreia no Brasil, recebeu uma salva de palmas por parte dos presentes. Agradeceu e saudou aos participantes do ato, colaboradores e organizadores que contribuíram para a excelente repercussão do evento político de solidariedade à Coreia, por ocasião dos 65 anos da fundação da República popular e democrática. Durante sua intervenção, Paek Tong Un falou brevemente sobre a história da Revolução Coreana e da luta de libertação de seu povo contra os agressores imperialistas. Quanto à situação dos dias de hoje, ressaltou que a economia se desenvolve bem, através da massiva modernização da base indústria do país, da construção de novas indústrias químicas e apartamentos populares para o povo, que desconhece o pesado ônus do pagamento de impostos sobre moradias. Paek se mostrou satisfeito quanto ao estreitamento das relações entre a República Popular Democrática e o Brasil, assim como quanto às perspectivas do desenvolvimento do comércio bilateral e da diplomacia entre ambos os países. Incentivou os participantes do ato a visitarem a RPDC, estudarem a realidade do país e desenvolverem laços de amizade com o mesmo.

Depois de sua intervenção, os participantes fizeram perguntas e questionamentos sobre a realidade da Coreia Popular. Quando questionado sobre como o país superava as adversidades geográficas e climáticas que obstaculizam o desenvolvimento agrícola (80% do território da Coreia do norte é coberto por montanhas), Paek falou sobre os esforços do governo em desenvolver a indústria de fertilizantes e em desenvolver a produção por área, assim como sobre a necessidade de se ampliar a mecanização para se aproveitar ao máximo o solo disponível para a agricultura. O conselheiro da embaixada também falou, ao ser questionado, sobre o papel da juventude na RPDC e na construção do socialismo. Atestou que o Partido do Trabalho da Coreia dá uma importância grande ao engajamento de jovens em diversos setores da sociedade, como na construção econômica industrial e agrícola, e que os jovens também cumprem um papel de vanguarda como quadros de defesa, no Exército Popular da Coreia e na Guarda Vermelha Juvenil. Finalizando, Paek Tong Un criticou duramente os meios de comunicação reacionários brasileiros, classificando-os como mentirosos e vendidos, que serviriam somente para aumentar a desinformação e as mentiras sobre seu país.

Finalizando o evento, o organizador Marcelo Buzetto convocou os presentes para participarem de uma manifestação conjunta de solidariedade à Síria, para denunciar as agressões dos Estados Unidos e a iminente intervenção militar imperialista-colonial contra o país.

Confira algumas fotos da exposição:



terça-feira, 3 de setembro de 2013

Exposição de fotos, livros e objetos de arte da República Popular Democrática da Coréia

Hoje, 03 de setembro, a partir das 19h30 será inaugurada uma exposição de fotos, livros e objetos de arte da República Popular Democrática da Coreia, que apresentam um pouco da cultura milenar coreana e sua tradição revolucionária. O ato, que também contará com uma palestra e a presença de representantes da Embaixada da RPD da Coreia, será realizado no auditório da Faculdade de Economia da Fundação Santo André. A exposição ficará aberta ao público até a próxima sexta-feira no Centro Universitário Fundação Santo André, que está localizada na Av. Príncipe de Gales, 821, Santo André - SP.

A exposição é uma realização do Núcleo Estudos Latino-Americanos do Centro Universitário Fundação Santo Andé, com apoio do Movimento Bandeira Vermelha, do Centro de Estudos da Ideia Juche, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), do Partido Pátria Livre, da Liga Internacional de Luta dos Povos (ILPS), do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz), da Fundação Santo André, do Movimento dos Sem Terra (MST), da Federação Democrática Internacional das Mulheres, da União da Juventude Socialista (UJS) e da União Brasileira de Mulheres (UBM).

quarta-feira, 24 de julho de 2013

[URC] Nota de saudação ao Partido do Trabalho da Coreia pelo 60º aniversário da vitória do povo coreano contra o imperialismo estadunidense e os seus lacaios


Estimado camarada Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Primeiro Presidente do Comitê Nacional de Defesa da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia:

Receba da União Reconstrução Comunista (Brasil), nossas saudações pela magnífica vitória contra o imperialismo estadunidense, o exército títere sul-coreano e demais países lacaios na Grande Guerra de Libertação da Pátria (1950-1953), que no dia 27 de julho completará o seu 60º aniversário. O Partido do Trabalho da Coreia e o Exército Popular Coreano, liderados pelo camarada Kim Il Sung, impuseram ao imperialismo norte-americano sua primeira derrota, destruindo o mito de que os Estados Unidos seria um país invencível. 

O exemplo da bravura do povo e dos comunistas coreanos são fonte de inspiração para todos os militantes da União Reconstrução Comunista. Sabemos que levantando bem alto a bandeira da política Songun, sistematizada pelo camarada Kim Jong Il, o povo coreano seguirá obtendo inúmeras vitórias em sua marcha para a construção de uma sociedade socialista próspera. 

Apoiamos totalmente a direção do Partido do Trabalho da Coreia e o seu líder, Primeiro-Secretário, camada Kim Jong Un. Sabemos que sob sua liderença o povo coreano seguirá decididamente no caminho da luta anti-imperialista, pela construção do socialismo. 

Viva o 60º Aniversário da Vitória do Povo Coreano na Grande Guerra de Libertação da Pátria!
Viva à Revolução Coreana!
Viva o Partido do Trabalho da Coreia!

UNIÃO RECONSTRUÇÃO COMUNISTA
São Paulo, 24 de julho de 2013